Especial dia das crianças!

"Ser criança é ser feliz!
É falar o que pensa
Sem pensar no que diz.
É ser simples e bondoso,
É ter o dom de amar
E sempre ser carinhoso,
É gostar de brincar

É não ter ódio no coração,
É para o bem dizer sim
E para o mal dizer não,
É querer tudo e enfim
É viver com paixão!"


Nossa homengem a todas as nossas pequenas e amadas consumidoras
!

0 Comentário - Postado em 09/10/2019 às 16:21h
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Cuidados Com a Alimentação na Infância
Olá papai e mamãe, como anda a alimentação do pequeno aí em casa?  Nós sabemos que quando se trata das crianças, o assunto alimentação é sempre cheio de perguntas, dúvidas e preocupações. Existem aquelas crianças que não comem quase nada e não gostam de determinados alimentos, e também temos que lidar com intolerâncias e questões de saúde implicando na forma dos pequenos se alimentarem. Mas hoje vamos falar sobre os excessos e a preocupação que a Compulsão Alimentar Infantil gera nos pais. “Será que meu filho está comendo muito?” É difícil saber quando uma criança está apenas com a famosa gula e quando o estilo de alimentação já gerou um transtorno alimentar, não é mesmo? Portanto hoje viemos trazer alguns tópicos para colocarmos atenção quando falamos em alimentação infantil. Primeiramente vamos entender melhor o que é a compulsão alimentar: Ela é um distúrbio alimentar em que a pessoa come grandes quantidades de alimento em pouco tempo. A pessoa ingere os alimentos de forma compulsiva e perde o controle quando está comendo, e existe o sentimento de que é necessário comer, mesmo quando não está com fome. Além disso, algumas vezes essas atitudes geram culpa nas pessoas após alguns instantes. Abaixo vamos listar algumas dicas para melhorar a alimentação dos pequenos, mas fique de olho pois a compulsão é uma doença que deve ser tratada com acompanhamento multidisciplinar, portanto não deixe de procurar os profissionais adequados caso identifique sintomas além da gula em seu filho. Não trate a comida como recompensa É comum a gente oferecer doces e guloseimas como recompensa para uma determinada atitude da criança, ou então penalizar ela com um “se não comer tudo, não tem sobremesa”. Mas é importante entender que tratar a comida como recompensa não é um ato saudável e essa atitude deve ser banida do seu lar. Crie uma rotina para o pequeno Quando as crianças estão em fase de crescimento, é ideal que estejam sempre bem alimentadas. Portanto estabeleça horários para as principais refeições e crie, junto com o pequeno, o hábito de seguir os horários estabelecidos para as refeições. Envolva toda a família Nada mais gostoso do que almoçar com a família reunida na mesa, concorda?  Especialmente para os pequenos, é ideal que eles sentem a mesa para comer com a família, assim, além de um momento de carinho juntos, vocês podem conversar sobre os alimentos, e é mais fácil perceber qualquer sinal de compulsão vindo da criança. Aaah, e nada de ligar a televisão ou então ficar no celular! Esse momento deve ser aproveitado em família, sem distrações. Menos restrições e mais opções Não limite demais o cardápio dos pequenos, pois essa atitude pode ser o primeiro passo para a compulsão alimentar.  O ideal é que eles sempre tenham diversas opções de alimentos saudáveis (como arroz, feijão, carnes, leite, queijo, etc) quanto mais qualidade e variedade estiverem presentes na mesa, menos vontade de doces e alimentos industrializados os pequenos terão. Não fale sobre o corpo Fazer comentários sobre a magreza ou o sobrepeso da criança só vai fazer com que ela se sinta mal e muitas vezes tenha vergonha de comer na frente dos pais, e acabe por comer escondido. Portanto incentive a boa alimentação, mas sem neura e sem exageros! Pratique atividade física  Praticar exercícios físicos é muito importante para evitar a obesidade infantil, por isso aproveitem o tempo livre para praticar algum esporte ou investir naquela brincadeira que os pequenos amam. Pode ser uma caminhada ao ar livre, uma partida de futebol, pular corda, andar de bicicleta, nadar, e muito mais. As opções são infinitas! Ouça seu filho Por fim, não esqueça de estar atento ao que seu filho fala. Tente entender a relação dele com a comida e se sentir necessidade, não tenha vergonha de procurar um profissional para ajudar nessa missão. Afinal a saúde e a felicidade do pequeno é o que mais importa. Queremos saber se você gostou das dicas que demos hoje e como é a relação com a comida ai na sua casa. Conta pra gente nos comentários ou então corre pras nossas redes sociais pra bater um papo com a gente.

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A importância do sono para a saúde das crianças
Oi mamãe e papai! Tudo bem com vocês? Uma boa noite de sono é essencial para que os pequenos se desenvolvam, tanto física quanto emocionalmente. É durante o período de descanso que o cérebro do pequeno libera o GH, o famoso hormônio do crescimento, além de realizar outras funções importantíssimas para a memória e o funcionamento geral dos órgãos do seu corpo. Pensando nisso, a National Sleep Foundation (Fundação Nacional do Sono), um instituto de pesquisa sem fins lucrativos dos Estados Unidos, publicou algumas recomendações gerais sobre a importância do descanso para os pequenos, que vamos abordar nesta matéria. O que pode ajudar? Como já compreendemos que dormir é mais que essencial, é hora de conversar sobre as formas de fazer com que o sono do seu filho seja o mais saudável e proveitoso possível. Engana-se quem pensa que basta deitar e dormir! Principalmente nas fases onde as crianças querem brincar o tempo todo, dormir pode parecer uma verdadeira perda de tempo para eles, o que pode ser prejudicial. Então venham com a gente e anotem as dicas a seguir, que garantem uma boa noite de sono para os babys! - Cuidado com as brincadeiras Já notaram alguma inquietação no pequeno antes de dormir? Alguns chegam a inventar mil e uma tarefas que precisam ser realizadas antes que ele, de fato, possa ir para a cama. Uma boa estratégia para impedir essa inquietação excessiva antes de dormir é reduzir a atividade mental e física durante a noite. Não deixem que as tarefas escolares e brincadeiras intensas ocorram após o anoitecer. Na verdade, nesse horário é melhor que as crianças já tenham finalizado todas as suas obrigações diárias. Isso quer dizer que esse é um bom momento para que elas assistam TV, leiam ou façam qualquer outra atividade relaxante. - Estabeleça uma rotina Essa dica completa a primeira! Se vocês querem que os pequenos durmam bem, é preciso ter horários fixos e muito bem programados, isso evita que a criança realize atividades agitadas à noite ou acabe dormindo tarde demais. Junto ao pequeno, criem combinados estabeleçam uma rotina.  - Dedique atenção à alimentação A boa alimentação é um fator fundamental para a saúde de qualquer pessoa! E ela pode ser decisiva na qualidade do sono. Consumir certos alimentos muito próximos da hora de dormir pode ser prejudicial. No geral, o melhor é optar por comidas mais nutritivas e levinhas para o jantar: legumes e verduras são sempre uma excelente opção! Evitar o açúcar nesse período pode ser uma ótima decisão também, já que o efeito energético que excesso dele causa pode ser muito desconfortável para o seu baby. O mesmo vale para alguns tipos de refrigerantes, que possuem muito açúcar e cafeína em sua composição. O melhor mesmo é deixar esses alimentos para serem consumidos durante o dia e não após o jantar, ok? - Arrume o quarto do pequeno Além de uma cama confortável e aconchegante, existem outros fatores que deixam a hora de dormir muito melhor! A ausência de luz auxilia muito para que o sono seja profundamente bom e tranquilo. Mas se o seu pequeno tiver algum problema com o escuro total, como muitas crianças têm, façam o possível para que a luz presente no quarto seja mínima. Dessa forma seu baby terá uma qualidade de sono muito melhor. Quantas horas de sono são necessárias? Agora que vocês já sabem como garantir horas bem dormidas para as crianças, é hora de falar da quantidade certa! Dormir menos que o necessário diariamente pode ter sérias consequências no desenvolvimento do seu baby, mas dormir demais também não é nada legal. Segundo a National Sleep Foundation, essas são as recomendações de acordo com cada faixa etária: De 0 à 3 meses: Entre 14 e 17 horas de sono diárias; De 4 à 11 meses:  Entre 12 e 15 horas de sono diárias; De 1 à 2 anos: Entre 11 e 14 horas de sono diárias; De 3-5 anos: Entre 10 e 13 horas de sono diárias; De 6-13 anos: Entre 9 e 11 horas de sono diárias; Agora que vocês já sabem tudo isso, é hora de cuidar desse fator tão essencial na vida dos babys. Peguem os cobertores e os travesseiros e aproveitem aquele soninho gostoso e merecido!

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Ter um Animal de Estimação é Tudo de Bom!
Olá papai, olá mamãe, hoje vamos falar de um assunto que todo mundo ama: os animais de estimação. Quem tem um pet em casa ou passou sua infância com a companhia ilustre de um bichinho de estimação, sabe bem como eles são super queridos e amados, além de fazerem uma grande diferença na vida da gente, não é mesmo!?  E se você está em dúvida sobre ter ou não um cachorrinho, gatinho ou outro animalzinho em casa por causa do seu filho, saiba que hoje nós vamos te dar muitos motivos para apostar sem medo nesse novo companheiro para seu lar. Una-se ao time dos que amam os animais de estimação conosco:  Ele é o melhor amigo do homem e das crianças também!  Um animalzinho pode se tornar o confidente de uma criança, pois com a crença de que eles sentem, entendem e escutam o que falamos e sentimos, os pequenos podem ver nele um porto seguro para conversar, e até mesmo desabafar quando está bravo, impaciente ou triste. Um bichinho de estimação ensina muito sobre responsabilidade. Os animais demandam muitos cuidados como passear, dar banho, alimentar, escovar e muito mais. Mas isso não pode ser uma barreira para você ter um pet em casa, muito pelo contrário. O senso de responsabilidade que um animalzinho cria nas crianças é muito benéfico para seu crescimento, pois além de lidar com as necessidades do bichinho (conforme a idade vai avançando a criança ganha tarefas no cuidado com o bichinho) ele vai entender mais sobre as responsabilidades que os papais têm com as necessidades dele mesmo. Legal não é?  Auxilia no ensino sobre valores e ciclo da vida. Ter um bichinho de estimação em casa ajuda na hora dos pais ensinarem algumas lições para os pequenos, por exemplo sobre o nascimento, reprodução, acidentes e até mesmo como lidar com a dor da perda (em casos onde acontece a morte do animalzinho). Essa experiência e vivência com os bichinhos será útil em muitos aspectos e eventos futuros na vida do pequeno. São excelentes companheiros de aventuras! Não dá pra negar que os animais têm muita energia para brincar e essa energia é excelente para estimular a prática de atividades físicas pelas crianças (coisa que nenhum celular ou tablet faz). Os animais demandam interação e brincadeiras que movimentam portanto as crianças sempre tem uma oportunidade valiosa de interação social e prática de exercícios. Além disso, existem atividades que podem ser feitas por toda a família, como os passeios, por exemplo, que criam momentos de harmonia entre os pais, crianças e pets, além de contribuir para o abandono do sedentarismo da família toda!  São excelentes para ajudar no desenvolvimento social A interação que os pequenos têm com os animais podem ser um fator determinante na melhora da sua autoestima e confiança. Isso influencia diretamente na capacidade de interagir com outras crianças e adultos. Esse auxílio natural no desenvolvimento emocional é excelente para crianças mais velhas e adolescentes se tornarem socialmente mais competentes e desenvoltos. Auxiliam no desenvolvimento emocional das crianças Algumas habilidades como autocontrole, socialização e capacidade afetiva são desenvolvidas por crianças que crescem na companhia de um animalzinho. Esses aspectos positivos são derivados do convívio com o companheiro, que ensina o pequeno a interpretar sentimentos e necessidades de outro ser, trabalhando simultaneamente a empatia, o carinho e a comunicação não-verbal com o próximo. Atenção com alguns cuidados:  Claro que ter um novo integrante em casa é sempre um desafio, mas nós trouxemos dois aspectos que você precisa se atentar ao adotar um animalzinho para sua família: Cuidados com a higiene do cãozinho, gatinho ou outro animal são extremamente necessários, portanto mantenha pulgas e carrapatos bem longe, não se esqueça de dar banhos e levar ao veterinário regularmente .  Até cerca de sete anos, é necessário que os pais acompanhem a interação dos pequenos com os animais, afinal, o cuidado e a supervisão podem evitar acidentes e estranhamentos entre os pequenos e os bichinhos. Por último, aqui vai um recadinho para as grávidas de plantão: Não tenha medo do convívio entre o bebê e o bichinho! Se você já tem um animaizinhos em casa e está grávida, é normal ter insegurança sobre como será o convívio entre eles, portanto fique dê olho nessas dicas que vão te ajudar a se livrar dessa preocupação:  Dê tempo aos dois: os bebês normalmente não vão identificar um animalzinho como um ser vivo até os três meses de idade, mas os pets já sentem a presença do pequeno, seu choro, a atividade diferente dentro da casa, portanto estimule o convívio deles mas sem forçar nenhuma situação.  Alimente o convívio: quando você estiver grávida, deixe o pet pertinho de você e da sua barriga. Converse com ele sobre a chegada do bebê e não deixe o bichinho de lado, pois afastar ele do seu convívio e do bebê só vai deixar ele com ciúmes e estranhamento da nova vida que está chegando para dividir a atenção dos donos. Faça a apresentação: tenha paciência e tempo para apresentar as duas vidas. Você já conhece bem a personalidade do seu pet, portanto vai saber a melhor maneira de apresentar a nova vida a ele. Nada de fazer isso com pressa e em um momento de estresse. Esse primeiro contato deve ser supervisionado e cheio de carinho e atenção (tanto com o baby quanto com o animalzinho). Por fim, percebemos que além de fofos e divertidos, os bichinhos de estimação ajudam muito no desenvolvimento dos pequenos e na união da família. Portanto não tenha medo e aposte de vez na adoção de um novo melhor amigo para seu filho. 

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